Quarta-feira, Abril 15, 2026
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Inmet emite alerta laranja de perigo para chuvas intensas no Acre

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta terça-feira (14), um alerta laranja de perigo para chuvas intensas em grande parte do estado do Acre. O comunicado, que permanece em vigor até as 23h59 de hoje, abrange cinco dos seis municípios que recentemente tiveram a situação de emergência reconhecida pelo governo federal em decorrência das cheias. Estão previstas precipitações de até 100 milímetros por dia e ventos fortes que podem variar entre 60 e 100 quilômetros por hora.

As cidades sob maior risco são Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e Tarauacá. Apenas o município de Plácido de Castro recebeu uma classificação mais branda, o alerta amarelo de “perigo potencial”, com chuvas de até 50 milímetros diários. O Inmet alerta para a possibilidade real de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, novos alagamentos e descargas elétricas, o que pode agravar a situação das famílias que já enfrentam os impactos das inundações dos rios.

A orientação das autoridades é para que a população evite se abrigar debaixo de árvores ou estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda durante as rajadas de vento. Se possível, os moradores devem desligar aparelhos eletrônicos e o quadro geral de energia para evitar danos por raios. A Defesa Civil (199) e o Corpo de Bombeiros (193) permanecem de prontidão para atender ocorrências e prestar auxílio às comunidades ribeirinhas e urbanas afetadas.

O volume de chuvas registrado no Acre este mês já afetou pelo menos 40 mil pessoas em todo o estado. O reconhecimento da situação de emergência pelo governo federal permite que os municípios recebam recursos com maior agilidade para assistência humanitária e reconstrução de infraestruturas danificadas. O monitoramento dos níveis dos rios continua sendo uma prioridade, uma vez que o solo encharcado e a previsão de novos temporais aumentam o risco de deslizamentos e transbordamentos imediatos.

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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